Agricultura: As voluntarias faziam pequenas contribuições monentárias ou de espécies para comprar géneros alimentícios que fossem necessários para salvar as crianças em risco de vida, e porque a situação era delicada elas não conseguiam na totalidade resolver o problema. Daí nasceu a ideia de se criar associações agricolas, onde ao inves de comprar o que quisessem passariam a produzir pessoalmente. para o efeito, as primeiras pessoas a integrar este novo tipo de organização foram as voluntárias que integravam os grupos de discípulos, que passaram a ver parte da sua missão com sucesso, "resgate da vida das Crianças".
Normalmente começamos uma associação numa área de 4ha, para um número de 40 membros, o equivalente a 1000m2 para cada membro, os beneficiários devem ser de famílias diferentes como forma de abarcar o maior numero possível de famílias, as pessoas com maior vantagem para integrar a associação são aquelas cuja as condições de carência e vulnerabilidade são extremas, as viúvas os orfãos e desamparados com vontade de trabalhar com mãos próprias.
Desde o distrito de Massingir onde o movimento de associativismo começou como piloto, nas aldeias de Mucatine e Chinhangane, passou para outros distritos como Chibuto e Mabalane e Guijá respectivamente. E, estancada em difinitivo a situação de malnutrição, iniciou a batalha na consolidação do desenvolvimento holistico das comunidades atraves da aquipe de Gaza Works tendo como base as associações agrícolas já implantadas. Neste momento as associações tem dado maior contribuição na erradicação da pobreza dos seus membros e das suas comunidades, desde a variação da dieta alimentar, educação dos seus filhos mesmo até ao ensino superior, construção de casas melhoradas, criação de animais de pequeno e grande porte, surgimento de pequenos mercados nas comunidades onde elas estão inseridas alavancando assim economia das suas comunidades e circunvizinhas.